quarta-feira, 3 de junho de 2009

Tem coisas que o dinheiro não pode comprar

Custo que o governo Hélio tem para rebater as críticas dos servidores: quem é mais ou menos bom de conta diz que chega perto de R$ 1 milhão o que a prefeitura está gastando com a mídia para tentar acabar com a greve.

Custo de manter esse blog coletivo e de conversarmos com familiares e vizinhos: R$ 0,00.

Como diz a propaganda, tem coisas que o dinheiro não pode comprar. Para todas as outras existem a corrupção da prefeitura e uma imprensa disposta a se vender.

Agradecemos a todos que têm frequentado esse blog, contribuído com materias e divulgado-o por aí!!!

2 comentários:

Anônimo disse...

vão trabalhar meu povo! diante da crise que estamos vivendo, não podemos nos deixar levar pela vaidade. Parem de prejudicar pessoas que entram 7h30min no serviço e sai as 18h00min, e ainda não consegue pegar um ônibus por causa do transtornos que vocês estão criando. Sou a favor da reivindicação, mas desde que seja justa e passiva!

renato disse...

Atrapalhamos o trânsito, ontem, depois que soubemos que tivemos colegas sendo sufocados com gás pimenta, levando cassetadas e sendo preso por estar exercendo seu direito de greve. De cidadão. Nos preocupamos sim com os 5,ou 6 dias de transtorno causados no trânsito e outros 14 pela falta de parte dos serviços oferecidos a população da cidade. Por isso estamos reivindicando uma negociação minimamente decente. Prá ontem! Até porque nos preocupamos também com os mais ou menos 300 dias letivos em que muitas vezes os filhos desse trabalhador, que estão conosco, é enganado e atrapalhado quando a prefeitura fala em escola em período integral e não dispõe nem de professores, funcionários, estrutura de atendimento para meio período. De condições dignas de trabalho e para o exercício do trabalho para muitos de seus trabalhadores em suas funções. Sou professor de ed. física e passo 7 horas por dia ao sabor do sol, da chuva, do frio, do vento e da poeira junto com os filhos desses trabalhadores. Quando chove não há nem salas e classes adequadas para para dar continuidade a essas aulas. Improvisamos bastante nesse momentos. Sem contar o que coloca o pessoal da saúde, e outras áreas, pelos 365 dias por ano. Tenho 47 anos e ouço falar em crise desde a década de 70, quando comecei a ouvir com mais atenção sobre o significado do termo. Crise para quem, de quem? Essa tal que permite que não seja resposto dignamente o que a inflação corroe para uns, mas que ao mesmo tempo permite que se dêem aumentos de 56% para outros tantos? Se prevenção ao câncer de pele é vaidade, por que o pessoal do gabinete não trabalha a céu aberto?