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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Abaixo a Repressão - 6



Aproveitando o recado da colega Mari, o nosso blog traz mais uma música.

Nossa interpretação sobre esse governo continua ganhando cada vez mais ganha eco na cidade.

Essa greve é o começo da luta. Como disse a Mari em mensagem, a categoria é forte demais. Pelos próximos anos, estaremos juntos lutando por um serviço público de qualidade e pela nossa valorização profissional e lembrando a população da conduta dessa administração e do tratamento que nós servidores estamos tendo durante essa greve.

Essa música é uma homenagem pelo que fizemos e uma mensagem para lembrarmos que ainda temos muito o que fazer!

Não vão me matar - O Rappa

Eu não quero mais saber de sofrer não
Não quero não
Me contam histórias diferentes
Achando que eu vou acreditar

Enganam o povo com promessas
Tentando induzi-los a acreditar
Que a consciência do ser humano
De repente pode até falhar

Quem bate esquece quem apanha...
... quem apanha quer se vingar

Criticam essa raça tão bonita
Que é capaz de agüentar
Torturas, humilhações à parte
Podem pisar, mas não vão me matar

Cantando a verdade, falando da vida
Contando história, falando de amor
Brigando com a vida, prá ser mais feliz
Não vão me matar

Abaixo a Repressão - 5



Charge enviada por Paulo.
Esses quatro cavaleiros são os enviados do prefeito para espalhar o terror entre nós. São eles que estão nas mesas de negociação com os servidores. Juntos, esses cavaleiros somam a quantia de R$ 54 mil por mês aos cofres públicos, para realizar tarefas importantes, como:

Mallman (secretário de finanças): planejar mal as finanças, defender a isenção de impostos de grandes empresas, enxugar o quadro de fiscais de tributos e priorizar recursos para cargos comissionados (R$ 85 milhões), para pagamento dos serviços da dívida (R$ 71 milhões) e para a grande mídia da cidade (R$ 30 milhões);

Verano (secretário de RH): planejar os recursos humanos e colaborar, direta ou indiretamente, para que cada vez existam mais comissionados, funções gratificadas e mais assédio moral aos servidores;

Lagos (semi-deus): faz tudo, desde incitar a polícia bater em servidor até tocar a corneta do fim do mundo;

Carlos Henrique (secretário para assuntos jurídicos): distorcer o sentido das leis, em benefício do Governo; obter liminares judiciais para que a Tropa de Choque oprima os servidores e fazer o mesmo bolo com os mesmos ingredientes.

Abaixo a Repressão - 4

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Abaixo a Repressão - 3


Essa foi a charge número 1 do Ibope, feita por Ravi.

Mais atual, impossível. Reflete bem a postura autoritária de Hélio, Lagos e o secretariado.

Abaixo a repressão - 2

terça-feira, 2 de junho de 2009

Abaixo a Repressão - 1


Charge do dia 02/06/2009, que deve ficar marcado como o dia em que a ditadura visitou Campinas.