Vídeos enviados por Alberto e Márcio
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Trecho da apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal na Greve
Concerto didático realizado em 05/06/2009.
REUNIÃO DE PAIS NA EMEF “PADRE FRANCISCO SILVA”
Sem áudio no original.
Ocorreu na EMEF “Padre Francisco Silva” as 19h do dia 04/06/2009 uma Reunião de Pais para esclarecimentos sobre a greve que contou com a presença de 60 pais e 10 educadores.
Durante a reunião, houve fala dos professores e da equipe de gestão da escola, seguida da exibição de uma apresentação em datashow que continha informações sobre o reajuste de 56% do prefeito, o nepotismo na prefeitura, a importação de pessoas do Mato Grosso para exercer cargos de chefia e secretarias, o assédio moral, a a violencia cometida pela Guarda Municipal e Policia Militar contra alguns companheiros(as) do movimento.
Os pais presentes foram orientados a ligar no 156 para deixar claro sua insatisfação com a prefeitura por não resolver o impasse que está impedindo os professores em greve de retornarem as suas atividades.
Houve questionamento pelos pais acerca das reposições de aulas, que foram prontamente respondidas dentro das possibilidades do momento.
Nas falas notou-se um bom nivel de compreensão dos pais presentes quanto a legitimidade de nosso movimento. E percebeu-se apoio a nossa causa.
Por fim foi feito o convite aos pais para participação no acolhimento que será feito no Paço municipal às 14 horas, seguindo após para o Ato Públi co do dia 05/06 no Largo do Rosário às 16 horas.
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Texto enviado por educadores da EMEF Padre Francisco Silva.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Quem merece...
Há dias penso em colegas que ainda estão nas UEs e enfraquecem colegas que aderiram ao movimento.
Há profissionais mais antigos no serviço público de Campinas e que talvez tenham vivido greves tão grandes como esta. Eu não. Vivi outras sim, por outros motivos até, como a greve contra o Plano de Cargos, a grande brecha que o governo escancarou para as terceirizações e desqualificação dos servidores. Mas sempre com poucas adesões, na luta por levar mais alguns colegas de cada unidade.
Hoje, saem comandos de greve para trazer outras Unidades! Sim, Unidades inteiras fechadas! Eu não tinha vivido isso!
Por este motivo penso: como neste momento histórico, como com tanto respaldo de um movimento feito dentro da legalidade e tão grande, ainda temos colegas trabalhando nas unidades, com tanto trabalho a ser feito, em Movimento, no Paço Municipal? Penso, se não param nessa greve, se não se manifestam desta vez... quando então?
Em uma greve que tem tanta adesão e por isso mesmo tanto assédio moral e pressões para o retorno ao trabalho, o papel cumprido por quem fica na escola e não se une ao movimento é não só de enfraquecimento da greve, como da exposição dos colegas. Quem fica na escola fica entre a ‘cruz e a espada’ na dúvida se encaminha ou não nomes dos grevistas as NAEDs, se substitui ou não colegas em greve, se refaz horário de aula, se vê na situação de ‘assinar o ponto’ sem ter alunos, tendo que repor estas aulas mesmo sem aderir ao movimento, sofre as cobranças da comunidade sem ter condições de argumentar a favor da luta... E mais não sei quantos sofrimentos (assim como nós, em greve) passa!
Não vejo como construirmos parcerias de luta pelo serviço público de qualidade com as comunidades que atendemos com metade dos professores trabalhando, outros em greve, outros que não estão em greve nem trabalhando, pois os alunos não têm comparecido às poucas aulas... Que coletivo constituímos? Penso que mais coerentes são os que apesar do medo e da insegurança presente em todo local de trabalho, decidem fechar as portas da escola e coletivamente enfrentarem a as conseqüências da luta. Como grupo enfrentarão! Na Unidade de trabalho e como parte de um coletivo maior: de servidores públicos em greve!
Que profissionais somos nós que frente a possibilidade de construirmos uma unidade de luta escolhemos a solidão e a omissão?
Lourdinha nos perguntou em outro texto postado em nosso BLOG: “Você acha que nós, profissionais da educação municipal, não temos motivos para participar desse movimento coletivo que busca lutar pela melhoria da qualidade da educação no município?”
Quem vai às ruas gritar ‘aos quatro ventos’ as más condições de trabalho que temos, a imoralidade de um governo que tem um número absurdo de comissionados que todo mês tira milhões (!) dos nossos bolsos, que qualquer trabalhador merece que seu salário seja corrigido pelo menos para que a inflação não o reduza?! Quem luta por estes direitos?
Os servidores ainda podem fazer uso do direito da greve, apesar dos jornais insistirem em argumentos contra leis que asseguram esta possibilidade. Nós ainda podemos além de lutar por direitos trabalhistas, denunciar o que vem sendo feito com o dinheiro público! Quem mais consegue fazer isso hoje?
A unidade do movimento pode abreviá-lo e podemos todos retomar aos nossos locais de trabalhos mais fortalecidos, seguros de que ainda temos força para brigar, não somente por direitos nossos, mas pela qualidade do serviço oferecido à população da cidade.
Infelizmente, tenho ouvido com freqüência a música “Comportamento geral” de Gonzaguinha por estes dias e lembrado de algumas colegas... Foi ela, tocada no rádio há minutos atrás, que mobilizou esta escrita... Não merecemos o que temos vivido!
Há profissionais mais antigos no serviço público de Campinas e que talvez tenham vivido greves tão grandes como esta. Eu não. Vivi outras sim, por outros motivos até, como a greve contra o Plano de Cargos, a grande brecha que o governo escancarou para as terceirizações e desqualificação dos servidores. Mas sempre com poucas adesões, na luta por levar mais alguns colegas de cada unidade.
Hoje, saem comandos de greve para trazer outras Unidades! Sim, Unidades inteiras fechadas! Eu não tinha vivido isso!
Por este motivo penso: como neste momento histórico, como com tanto respaldo de um movimento feito dentro da legalidade e tão grande, ainda temos colegas trabalhando nas unidades, com tanto trabalho a ser feito, em Movimento, no Paço Municipal? Penso, se não param nessa greve, se não se manifestam desta vez... quando então?
Em uma greve que tem tanta adesão e por isso mesmo tanto assédio moral e pressões para o retorno ao trabalho, o papel cumprido por quem fica na escola e não se une ao movimento é não só de enfraquecimento da greve, como da exposição dos colegas. Quem fica na escola fica entre a ‘cruz e a espada’ na dúvida se encaminha ou não nomes dos grevistas as NAEDs, se substitui ou não colegas em greve, se refaz horário de aula, se vê na situação de ‘assinar o ponto’ sem ter alunos, tendo que repor estas aulas mesmo sem aderir ao movimento, sofre as cobranças da comunidade sem ter condições de argumentar a favor da luta... E mais não sei quantos sofrimentos (assim como nós, em greve) passa!
Não vejo como construirmos parcerias de luta pelo serviço público de qualidade com as comunidades que atendemos com metade dos professores trabalhando, outros em greve, outros que não estão em greve nem trabalhando, pois os alunos não têm comparecido às poucas aulas... Que coletivo constituímos? Penso que mais coerentes são os que apesar do medo e da insegurança presente em todo local de trabalho, decidem fechar as portas da escola e coletivamente enfrentarem a as conseqüências da luta. Como grupo enfrentarão! Na Unidade de trabalho e como parte de um coletivo maior: de servidores públicos em greve!
Que profissionais somos nós que frente a possibilidade de construirmos uma unidade de luta escolhemos a solidão e a omissão?
Lourdinha nos perguntou em outro texto postado em nosso BLOG: “Você acha que nós, profissionais da educação municipal, não temos motivos para participar desse movimento coletivo que busca lutar pela melhoria da qualidade da educação no município?”
Quem vai às ruas gritar ‘aos quatro ventos’ as más condições de trabalho que temos, a imoralidade de um governo que tem um número absurdo de comissionados que todo mês tira milhões (!) dos nossos bolsos, que qualquer trabalhador merece que seu salário seja corrigido pelo menos para que a inflação não o reduza?! Quem luta por estes direitos?
Os servidores ainda podem fazer uso do direito da greve, apesar dos jornais insistirem em argumentos contra leis que asseguram esta possibilidade. Nós ainda podemos além de lutar por direitos trabalhistas, denunciar o que vem sendo feito com o dinheiro público! Quem mais consegue fazer isso hoje?
A unidade do movimento pode abreviá-lo e podemos todos retomar aos nossos locais de trabalhos mais fortalecidos, seguros de que ainda temos força para brigar, não somente por direitos nossos, mas pela qualidade do serviço oferecido à população da cidade.
Infelizmente, tenho ouvido com freqüência a música “Comportamento geral” de Gonzaguinha por estes dias e lembrado de algumas colegas... Foi ela, tocada no rádio há minutos atrás, que mobilizou esta escrita... Não merecemos o que temos vivido!
Comportamento Geral
Composição: Gonzaguinha
Você deve notar que não tem mais tutu
e dizer que não está preocupado
Você deve lutar pela xepa da feira
e dizer que está recompensado
Você deve estampar sempre um ar de alegria
e dizer: tudo tem melhorado
(...)
Você deve aprender a baixar a cabeça
E dizer sempre: "Muito obrigado"
São palavras que ainda te deixam dizer
Por ser homem bem disciplinado
Deve pois só fazer pelo bem da Nação
Tudo aquilo que for ordenado
Pra ganhar um Fuscão no juízo final
E diploma de bem comportado
(...)
Você merece, você merece (...)
Texto enviado por Mafê.
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
Cartas de estudantes de uma escola municipal
Não foi possível adicionar a imagem em tamanho ideal para leitura. Se desejar, clique na carta, salve em seu computador e abra com programa adequado para ampliação (visualizador do Windows, editor de fotos, etc.)
As cartas foram cedidas pela professora dos estudantes e a autoria (seus nomes) foi preservada.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
22/05/2009 - Terceiro dia da GREVE
Após uma linda passeata até a nova rodoviária de Campinas, onde foi realizado o velório simbólico do Prefeito Hélio de Oliveira Santos, o movimento grevista sai vitorioso ao conseguir arrancar do governo a primeira mesa de negociação após o início da greve.
As imagens falam por si só, vejam os filmes produzidos por Claudio e Du (educadores em greve).
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